quinta-feira, 5 de julho de 2012
A Parábola dos Lavradores - Bispo Paulo Sergio
"Ouçam esta parábola: Havia um proprietário de terras que plantou uma vinha. Colocou uma cerca ao redor dela, cavou um tanque para prensar as uvas e construiu uma torre. Depois arrendou a vinha a alguns lavradores e foi fazer uma viagem.” Mt.21:33
“Aproximando-se a época da colheita, enviou seus servos aos lavradores, para receber os frutos que lhe pertenciam.
Os lavradores agarraram seus servos; a um espancaram, a outro mataram e apedrejaram o terceiro.” Mt.21:34-35
"Portanto eu lhes digo que o Reino de Deus será tirado de vocês e será dado a um povo que dê os frutos do Reino” Mt.21:43
Nesta parábola vemos com clareza que a igreja é a vinha de Deus, e que o Senhor estabeleceu os líderes para cuidar da sua vinha até que o Senhor Jesus retorne para reinar com sua amada igreja.
O senhor repudiou a atitude de alguns líderes, que se apropriaram da Sua vinha, e rejeitaram prestar contas aos seus servos, enviados representando sua autoridade.
Estes líderes não quiseram dar retorno ao dono da vinha, mas sim administrar os frutos somente de acordo com seus interesses pessoais e locais.
O dono da vinha ordenou que tais líderes fossem afastados e a vinha fosse entregue a outros que prestassem contas as autoridades delegadas e dessem o devido fruto para estabelecer o reino.
Com isso entendemos que a igreja deve estar subordinada a hierarquia apostólica que é constituída pelos apóstolos, profetas, evangelistas pastores e mestres. Os pastores locais juntamente com os cooperadores devem prestar contas aos bispos e estes o Apóstolo e sua equipe de coordenação.
Somente assim a igreja local estará cumprindo o seu propósito que é estabelecer o reino de Deus na terra e terá a benção da parte de Deus.
Líderes que se rebelam contra a autoridade apostólica perdem a aprovação de Deus e a legitimidade de sua ação ministerial. Portanto a igreja não deverá ouvi-los e muito menos sujeitar-se a eles para não participar do seu pecado.
Infelizmente alguns líderes se encantam com os frutos ministeriais e esquecem que o sucesso não é pessoal, mas sim fruto da unção que Deus libera sobre o Apóstolo e a sua equipe que caminha subordinada a autoridade delegada.
Cremos numa igreja apostólica que irá prevalecer contra estas armadilhas e saberá discernir os líderes verdadeiros dos falsos.
Somente uma igreja apostólica irá cumprir o propósito de Deus, estabelecendo o seu reino na Terra e glorificando o nome do único que merece toda honra e louvor o Senhor Jesus Cristo!
quarta-feira, 4 de julho de 2012
A sabedoria da Bíblia - Apóstolo César Augusto
Mesmo aquele que não acredita na santidade da Bíblia, não pode negar a coleção preciosa de ensinamentos e lições de sabedoria que ela encerra. Em suas páginas há resposta para toda pergunta e direção para qualquer procedimento. Referência para os querem se pautar pela ética e pela moralidade, a Bíblia nos oferece um caminho em cada situação e é sempre atual e verdadeira, prática e objetiva.
Em tempos de dificuldades, em que os escândalos se multiplicam, também recorro a Bíblia e nela encontro conhecimento. Um dos trechos que mais me falam ao coração é o conselho que Jesus deu a seus seguidores e que foi registrado no evangelho de Mateus, capítulo 7. Diante do erro, Cristo ensina com autoridade para que não julguemos a fim de, mais tarde, também não sermos julgados. Ele ainda acrescenta o que entendo como uma lei inexorável. Cristo ensina que com o juízo que julgarmos seremos julgados e com a medida que medirmos, medidos também seremos.
A sabedoria da Bíblia nos chama atenção para o fato de que, por mais que saibamos, que nos dediquemos a buscar fontes apuradas de informação, jamais teremos a totalidade da verdade e sempre ficará algo por descobrir e saber. Portanto, se emitirmos um juízo, tenhamos a consciência de que o faremos sem a medida completa e estamos sujeitos a cair na mesma situação.
Chama a atenção em nossos dias o quanto que o erro alheio, a culpa, o crime cometido pelo outro, atrai o interesse de multidões. A mídia se alimenta da catástrofe, da falácia, da ruína das reputações e nada mais é que o reflexo das ânsias e da volúpia da maior parte da sociedade. Não é culpa da imprensa o fato dos noticiários serem cada vez mais pessimistas, é culpa de um coletivo que prefere consumir a tragédia em vez da boa notícia.
É muito fácil vender a denúncia do escândalo, é muito fácil vender a notícia do crime cometido e quanto mais inexplicável forem os motivos e as circunstâncias, quanto mais mistério e bizarrices, mais urubus serão atraídos. Há uma boa parcela da sociedade que se ufana com a podridão, que se compraz em conhecer e mergulhar na mazela, para apontar o dedo aos envolvidos, condenar à execração e quase sempre sem perceber que essa proximidade é altamente contagiante. Urubus fedem a mesma coisa que comem.
Vivemos dias em que há muita pressa para encontrar culpados. Denúncias muitas vezes vazias, mal construídas, sem base ou argumento, são infladas pelos juízes sem togas e transformam-se em verdades pelo simples fato que foram repetidas a exaustão.
Os juízes mais cruéis são aquele que ainda fingem dar o direito de defesa, mas diante dos argumentos mantém os ouvidos tapados, os olhos vendados e a mente enrijecida, avessa a qualquer possibilidade de percepção do que está além dos gritos da multidão inflamada.
O valor de um estado democrático de direito é justamente o processo minucioso de constatação dos fatos. A justiça se torna mais concreta à medida que se pratica realmente o contraditório, a ampla argumentação, o ouvir os dois lados. Condenar logo que a denúncia nasce é abrir um precedente para que as injustiças se multipliquem e para que inocentes sofram.
Cultivar o bom julgamento não é um favor para com o réu, mas uma garantia de defesa para toda a sociedade. Macular o processo de apuração da verdade é atentar contra a tênue e delicada linha que sustenta nossa civilização. Rompê-la é retroceder à selvageria.
Sinto-me pesaroso ao ver homens íntegros, que muitas vezes doaram tempo e vida em prol do comum, sendo tratados como bandidos sem sequer serem ouvidos em defesa própria. A pressa de condenar é nociva inclusive porque priva a coletividade de muitos dons, principalmente na política. Há muitos homens e mulheres de potencial que simplesmente não se interessam pela vida pública porque temem desentendimentos que os comprometam ou que temem serem enredados em fraudes.
A pressa de julgar, condenar e executar é injusta e culmina num descrédito generalizado, numa convulsão social, na instalação de um sentimento de desamparo. Se a sociedade se apressa na condenação, que saiba que também será ré desse processo. Se a sociedade não oferece ao réu os instrumentos de defesa, é essa medida que se tornará padrão e essa medida que poderá abatê-la.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Objetivos de uma Comunidade Apostólica - Apóstolo César Augusto
Qual é o objetivo de uma comunidade apostólica numa cidade?-A comunidade apostólica deve ser um referencial do mover de Deus para toda a população daquela cidade.
Esse é o propósito principal. Que a cidade, ao olhar para a comunidade apostólica, possa dizer: "Ali tem algo diferente". Começará, assim, um grande mover de Deus na sua cidade.
"Os apóstolos realizavam muitos sinais e maravilhas entre o povo. Todos os que creram costumavam reunir-se no Pórtico de Salomão. Dos demais, ninguém ousava juntar-se a eles, embora o povo os tivesse em alto conceito". Atos (5.12-13)
Você crê, que na sua cidade, as pessoas vão admirar o mover de Deus? A Igreja apostólica é para ser esse referencial do mover de Deus. Deus está agindo ali, e isto deve ser inquestionável. As pessoas entram e são tocadas por Deus; os enfermos entram e são curados; os casais entram se separando, e o Senhor restaura os casamentos; os jovens entram drogados, desesperados, angustiados, a presença do Senhor começa a reconstruir as suas vidas e a cidade passa a admirar o que esta acontecendo.
A partir do momento em que você se apropriar da verdade que a sua Igreja deve ser uma "comunidade apostólica", vai começar um novo mover de Deus na sua Igreja. Cada pessoa deve tomar posse desse mover que caracteriza uma Igreja apostólica.
Deus ergue a Igreja apostólica na cidade para que ela seja uma fonte de cura para todo o sistema, para toda estrutura que mantém aquela cidade. Se há um grande índice de criminalidade, a Igreja, edificando vidas, faz aquele índice de criminalidade cair. Se há um grande índice de corrupção, Deus vai curar aquelas águas sujas.
"E os homens da cidade disseram a Eliseu: eis que é boa a situação desta cidade, como o meu Senhor vê; porém as águas são más, e a terra é estéril. E ele disse: Trazei-me um prato novo, e ponde nele sal. E lhe trouxeram. Então saiu ele ao manancial das águas, e deitou sal nele, e disse: Assim diz o Senhor: sararei a estas águas; e não haverá mais nelas morte nem esterilidade." (2 Reis 2.19-20)
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Libertação Espiritual - Vida Diária
"...em meu nome expelirão demônios" (Mc 16.17)
Milhões de pessoas no Brasil e ao redor do mundo apresentam sintomas da dominação de satanás e seus demônios exercem sobre suas vidas, em três níveis bem distintos.
O primeiro nível é a resistência espiritual. Ela atinge também os cristãos, manifestando-se na dificuldade de orar, de jejuar, de manter um relacionamento conjugal harmonioso, ou de atuar na obra de Deus. Na vida do incrédulo, a indisciplina pessoal e coletiva é evidenciada através de toda espécie de dificuldades corriqueiras, no dia-a-dia.
O segundo nível, de opressão maligna, produz toda sorte de desequilíbrio emocional, sentimentos agressivos, violência, depressão e medo. Entretanto, milhões de pessoas já apresentaram os sintomas do terceiro nível, de possessão demoníaca: nervosismo descontrolado, insônia, medo, desejo de se matar, vícios, força sobre-humana, capacidade de adivinhação, resistência à Palavra de Deus, algumas enfermidades.
Deus tem equipado nossa Igreja com um forte ministério de libertação espiritual, em nome do Senhor Jesus Cristo. Centenas de cristãos preparados, alicerçados na Palavra, protegidos pelo sangue de Jesus e ordenando aos demônios, libertam a vida das pessoas desses espíritos malígnos, deixando-as livres para unir-se a Deus e crescerem no Seu Reino.
Milhões de pessoas no Brasil e ao redor do mundo apresentam sintomas da dominação de satanás e seus demônios exercem sobre suas vidas, em três níveis bem distintos.
O primeiro nível é a resistência espiritual. Ela atinge também os cristãos, manifestando-se na dificuldade de orar, de jejuar, de manter um relacionamento conjugal harmonioso, ou de atuar na obra de Deus. Na vida do incrédulo, a indisciplina pessoal e coletiva é evidenciada através de toda espécie de dificuldades corriqueiras, no dia-a-dia.
O segundo nível, de opressão maligna, produz toda sorte de desequilíbrio emocional, sentimentos agressivos, violência, depressão e medo. Entretanto, milhões de pessoas já apresentaram os sintomas do terceiro nível, de possessão demoníaca: nervosismo descontrolado, insônia, medo, desejo de se matar, vícios, força sobre-humana, capacidade de adivinhação, resistência à Palavra de Deus, algumas enfermidades.
Deus tem equipado nossa Igreja com um forte ministério de libertação espiritual, em nome do Senhor Jesus Cristo. Centenas de cristãos preparados, alicerçados na Palavra, protegidos pelo sangue de Jesus e ordenando aos demônios, libertam a vida das pessoas desses espíritos malígnos, deixando-as livres para unir-se a Deus e crescerem no Seu Reino.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
O Processo de Restauração - Apóstolo César Augusto
Deus, quando deseja construir algo, utiliza como Seu instrumento a Palavra. Deus fala, em Gênesis 1, Ele falou e houve luz (Gn. 1:3). Em João 1, ao recriar o homem, através da obra reconciliadora de Jesus na cruz, Ele também utilizou a Palavra.O evangelho de João mostra-nos Jesus como o Verbo de Deus, a Palavra viva de Deus. A Bíblia nada mais é do que a Palavra do Senhor, que assume vida ao ser ungida pelo Espírito Santo. É exatamente a ministração da Palavra, carregada da graça de Deus que irá fazer a pessoa deixar o erro e a escuridão a que satanás a obrigou a viver e retornar para a luz do Senhor.
A afirmação de Jesus é firme e imperativa: precisamos nascer de novo para retornarmos à posição original e termos a oportunidade de vermos cumprido em nossas vidas o projeto de Deus.
O Senhor Jesus prossegue dizendo que nascer de novo é nascer da água e do Espírito. São das coisas distintas mas complementares. São o início do processo de restauração de Deus na vida do homem. Nascer da água significa nascer da palavra de Deus. A água é uma figura do Espírito Santo e também da palavra de Deus. Atos 3:16 nos diz que a fé tem origem no nome do Senhor Jesus, ou seja, somente crendo na Palavra de Deus (Jo. 3:16, Jo. 1:12, Rm. 10:9), que é revelada em Jesus é que nascemos de novo e recebemos em nós o Reino de Deus. Obedecendo os preceitos da Palavra de Deus confirmamos nosso compromisso com Deus e damos ao Senhor o direito legal de agir em nossas vidas e abençoar-nos.
Nascer da Palavra significa também passa pela experiência do batismo, que deve ocorrer após ao novo nascimento. O batismo é a porta de entrada do Reino de Deus. Ele traz compromisso com Deus, com a Palavra de Deus e com a Igreja. A pessoa não é salva, não tem sua vida restaurada, nem retorna ao projeto original de Deus através do batismo, mas ele é uma experiência imprescindível para que se confirme o novo nascimento.
O que o Espírito Santo produz em nós, é o arrependimento pela natureza humana inclinada ao pecado. Isto é arrepender-se do pecado, e não dos pecados, que são os feitos, as consequências e os frutos do pecado. O novo nascimento traz consequências profunda na vida de quem passa por ele, gera transformações visíveis na vida de cada pessoa. Nascer de novo significa abandonar o mundo e o pecado. O mundo ao qual me refiro significa os valores construídos por satanás através do coração corrompido do homem e que regem a sociedade em que vivemos. Os "valores do mundo" envolvem os valores morais, políticos, religiosos que se distanciam imensamente dos valores expresso na palavra de Deus. O mundo se contrapõe ao Senhor.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
O potencial que há em nós é o suficiente para mover céus e terra - Apóstolo César Augusto
Deus nos deu a responsabilidade e ao mesmo tempo a capacidade de corresponder as expectativas. Deus crê na verdade que somos capazes, Ele sabe disso! No entanto, somos nós que vacilamos por não crer que somos capazes de realizar tudo aquilo que a palavra nos orienta.Deus é a fonte de todo o potencial, isso porque tudo que existe, estava em Deus. Ele criou tudo com um potencial, e deu às coisas a habilidade de auto-realização. Neste sentido, antes de você exaltar-se por todas as suas grandes conquistas, lembre-se de uma coisa importante: "Você não teria e nem seria a pessoa que você é, se não fosse a ação e o trabalho de Deus em seu favor.
Isso nos dá a certeza que não estamos limitados em fazer algumas das coisas que Deus poderá nos pedir para que venhamos fazer. Pelo contrário, podemos crer que "todas as coisas são possíveis..." Amém?
Se analisarmos a Palavra de Deus, a Bíblia, não encontraremos em nenhum capítulo a possibilidade de virmos supor que somos capazes de fazer alguma coisa ou incapazes de fazer outras. O conceito bíblico é: "Todas as coisas são possíveis aos que creem...".
Porém, frequentemente, temos encontrado pessoas que não estão dispostas a crer de maneira como
Deus define em Sua Palavra. Preferem crer em seus sentimentos e pensamentos, mais do que tudo!
Todos nós sabemos que existem pessoas "sonhadoras", vivem com seus sonhos durante muitos anos. Estas pessoas podem ter grandes sonhos, mais vivem dormindo e nada querem fazer para colocar em prática o que poderia ser feito.
"Tudo é possível, quando nos entregamos não somente as ideias e sonhos: Mas, principalmente, quando nos empenhamos em realiza-los." (Apóstolo César Augusto)
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Deus me fez capaz - Apóstolo César Augusto
"Ora, quanto a estes quatro jovens, Deus lhe deu o conhecimento e a inteligência em todas as letras e em toda a sabedoria; e Daniel era entendido em todas as visões e todos os sonhos". (Daniel 1:17)
Entenda que Deus nos fez capazes, para que possamos desenvolver todas as atividades peculiares do ser humano.
O sentimento de incapacidade foi gerado no coração do homem em consequência do seu desenvolvimento com o pecado. Seu potencial, aquilo que Deus deu ao homem capacidade intelectual, emocional e outras ficam amarradas com as cordas do pecado.
Com a morte e a ressurreição de Cristo, Deus nos deu o instrumento para sermos libertos destas amarras diabólicas, restaurando nossa capacidade para o cumprimento do Seu projeto em nossas vidas.
Talvez na sua infância, você tenha ouvido de sua professora que jamais seria alguém na vida ou seus pais disseram esta frase em algum momento de raiva. Como eles são figuras de autoridade sobre você e o pai, muitas vezes, representa a imagem do próprio Deus, isto ficou em seu subconsciente, colocando limites em sua vida. Pode ter ocorrido também na adolescência ou juventude, ou mesmo quando seu cônjuge disse que você não seria um bom esposo, ou esposa, este sentimento de incapacidade tomou conta de sua alma, amarrando sua vida e fazendo de você uma pessoa derrotada.
Levante seus olhos. Olhe para Deus e entenda que Ele lhe fez capaz de desempenhar com excelência aquilo que você faz ou fará no futuro. Não creia nas mentiras que o diabo tem falado ao seu coração através de outras pessoas, Deus o AMA e tem um projeto de vitória e sucesso pra você.
Acredite: você é capaz porque Deus o fez assim.
"...e escolheu Moisés homens capazes dentre toda nação de Israel, e pôs por cabeças sobre o povo: chefes de mil, chefes de cinquenta, chefes de dez."
(Êxodo 18:25)
Entenda que Deus nos fez capazes, para que possamos desenvolver todas as atividades peculiares do ser humano.
O sentimento de incapacidade foi gerado no coração do homem em consequência do seu desenvolvimento com o pecado. Seu potencial, aquilo que Deus deu ao homem capacidade intelectual, emocional e outras ficam amarradas com as cordas do pecado.
Com a morte e a ressurreição de Cristo, Deus nos deu o instrumento para sermos libertos destas amarras diabólicas, restaurando nossa capacidade para o cumprimento do Seu projeto em nossas vidas.
Talvez na sua infância, você tenha ouvido de sua professora que jamais seria alguém na vida ou seus pais disseram esta frase em algum momento de raiva. Como eles são figuras de autoridade sobre você e o pai, muitas vezes, representa a imagem do próprio Deus, isto ficou em seu subconsciente, colocando limites em sua vida. Pode ter ocorrido também na adolescência ou juventude, ou mesmo quando seu cônjuge disse que você não seria um bom esposo, ou esposa, este sentimento de incapacidade tomou conta de sua alma, amarrando sua vida e fazendo de você uma pessoa derrotada.
Levante seus olhos. Olhe para Deus e entenda que Ele lhe fez capaz de desempenhar com excelência aquilo que você faz ou fará no futuro. Não creia nas mentiras que o diabo tem falado ao seu coração através de outras pessoas, Deus o AMA e tem um projeto de vitória e sucesso pra você.
Acredite: você é capaz porque Deus o fez assim.
"...e escolheu Moisés homens capazes dentre toda nação de Israel, e pôs por cabeças sobre o povo: chefes de mil, chefes de cinquenta, chefes de dez."
(Êxodo 18:25)
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Autoridade Espiritual - Vida diária
"Foi o universo formado pela palavra de Deus"
Autoridade espiritual reside na palavra-princípio que tem sido ensinado à luz da Palavra de Deus. Foi pela palavra que Deus criou o universo-na maior demonstração que Ele já fez de autoridade. Na Igreja evidenciamos
esta verdade em quatro níveis em que cada cristão vive.
Em primeiro lugar, o cristão deve exercer autoridade sobre sua própria vida. Isto se chama de "domínio-próprio"-um fruto do Espírito, que deve ser diligentemente desenvolvido por cada um.
Em segundo lugar, cada um de nós vive sob a autoridade direta de Deus, que se reflete em nossos relacionamentos familiares, pessoais, de trabalho. Qualquer sentimento de auto-exaltação nos coloca em posição de rebeldia contra o Senhor.
Em terceiro lugar, estamos em posição de submissão e de autoridade no Corpo de Cristo. Para exercermos autoridade espiritual, devemos estar sob autoridade. Como podemos desejar abençoar uma pessoa (através do discipulado) se nós próprios não aceitarmos autoridade sobre nós?
Finalmente, exercemos autoridade delegada sobre satanás e seus demônios. Tendo a cobertura espiritual pela linha de autoridade a que nos submetemos na Igreja, satanás e seus anjos não poderão nos enfrentar. Somente assim, a nossa palavra reveste-se do poder de Deus: quando a declaramos a partir da nossa aliança no Corpo de Cristo.
Autoridade espiritual reside na palavra-princípio que tem sido ensinado à luz da Palavra de Deus. Foi pela palavra que Deus criou o universo-na maior demonstração que Ele já fez de autoridade. Na Igreja evidenciamos
esta verdade em quatro níveis em que cada cristão vive.
Em primeiro lugar, o cristão deve exercer autoridade sobre sua própria vida. Isto se chama de "domínio-próprio"-um fruto do Espírito, que deve ser diligentemente desenvolvido por cada um.
Em segundo lugar, cada um de nós vive sob a autoridade direta de Deus, que se reflete em nossos relacionamentos familiares, pessoais, de trabalho. Qualquer sentimento de auto-exaltação nos coloca em posição de rebeldia contra o Senhor.
Em terceiro lugar, estamos em posição de submissão e de autoridade no Corpo de Cristo. Para exercermos autoridade espiritual, devemos estar sob autoridade. Como podemos desejar abençoar uma pessoa (através do discipulado) se nós próprios não aceitarmos autoridade sobre nós?
Finalmente, exercemos autoridade delegada sobre satanás e seus demônios. Tendo a cobertura espiritual pela linha de autoridade a que nos submetemos na Igreja, satanás e seus anjos não poderão nos enfrentar. Somente assim, a nossa palavra reveste-se do poder de Deus: quando a declaramos a partir da nossa aliança no Corpo de Cristo.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Restaurando Ministérios - Apóstolo César Augusto
Há trinta anos, já em tempos de restauração ministerial, falava-se apenas no ministério do pastor. Há vinte anos, começou a dar ênfase aos ministérios do profeta, do mestre, do evangelista, e a Igreja voltou a aceitar a coexistência destes quatro ministérios. Mas, nos últimos quinze anos, o espírito do Senhor está soprando um novo vento, no qual fala-se da necessidade de restaurar o ministério apostólico. É Deus quem está enfatizando esta realidade.
Hoje, em toda a face da terra, ouve-se a voz de Deus restaurando a verdade sobre o ministério apostólico, proclamando a necessidade do reconhecimento deste ministério, redescobrindo a sua importância e o seu significado Bíblico.
"Por isso, irmãos santos, participantes da vocação celestial, considerai a Jesus Cristo, Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão, Sendo fiel ao que O constituiu, como também o foi Moisés em toda sua casa" (Hebreus 3:12)
Antes de tudo, Jesus é o Principal, o primeiro Apóstolo, Ele é o Único enviado diretamente pelo Pai. A palavra apóstolo, no grego, vem de apostolique - o Novo Testamento foi escrito em grego - que significa "aquele que leva uma mensagem".
Jesus ministrava às ovelhas, trabalhava com os discípulos, mas trouxe para perto dEle Doze homens, com um propósito especial. A partir desses homens, Ele formou mais Setenta, que também enviaria para o ministério apostólico por todas as cidades próximas. Então, Jesus investiu três anos de sua vida com a prioridade máxima em formar esta equipe apostólica, para que, logo após sua ressurreição - quando voltasse ao Pai - a enviasse para prosseguir a Sua obra.
O apóstolo tem poder e autoridade, que delega à equipe apostólica, quando enviada a cumprir uma missão.
A restauração do ministério apostólico é um sinal da Segunda Vinda de Jesus, que é a preparação da Noiva para o Noivo; isto cria a urgência à qual nos impele a continuar na missão para a qual fomos chamados, a saber, de preparar um povo apostólico de todas as nações, que culmina com a volta do Senhor Jesus Cristo.
"E este evangelho do Reino será pregado em todo mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim".(Mateus 24:14)
Hoje, em toda a face da terra, ouve-se a voz de Deus restaurando a verdade sobre o ministério apostólico, proclamando a necessidade do reconhecimento deste ministério, redescobrindo a sua importância e o seu significado Bíblico.
"Por isso, irmãos santos, participantes da vocação celestial, considerai a Jesus Cristo, Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão, Sendo fiel ao que O constituiu, como também o foi Moisés em toda sua casa" (Hebreus 3:12)
Antes de tudo, Jesus é o Principal, o primeiro Apóstolo, Ele é o Único enviado diretamente pelo Pai. A palavra apóstolo, no grego, vem de apostolique - o Novo Testamento foi escrito em grego - que significa "aquele que leva uma mensagem".
Jesus ministrava às ovelhas, trabalhava com os discípulos, mas trouxe para perto dEle Doze homens, com um propósito especial. A partir desses homens, Ele formou mais Setenta, que também enviaria para o ministério apostólico por todas as cidades próximas. Então, Jesus investiu três anos de sua vida com a prioridade máxima em formar esta equipe apostólica, para que, logo após sua ressurreição - quando voltasse ao Pai - a enviasse para prosseguir a Sua obra.
O apóstolo tem poder e autoridade, que delega à equipe apostólica, quando enviada a cumprir uma missão.
A restauração do ministério apostólico é um sinal da Segunda Vinda de Jesus, que é a preparação da Noiva para o Noivo; isto cria a urgência à qual nos impele a continuar na missão para a qual fomos chamados, a saber, de preparar um povo apostólico de todas as nações, que culmina com a volta do Senhor Jesus Cristo.
"E este evangelho do Reino será pregado em todo mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim".(Mateus 24:14)
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Tornando-se ovelha - Apóstolo César Augusto
Uma vez atraídos a Jesus, o passo seguinte é abandonar a multidão e tornar-se ovelha. João 10:27 diz que as ovelhas Lhe ouvem a voz. Ele as conhece e elas O seguem.Este processo nada mais é do que o novo nascimento.
Somente alguém nascido da água e do Espirito pode ouvir, conhecer a seguir o Pastor, e a ovelha Lhe ouve a voz. Ouvir é bem diferente de escutar. Quem ouve permite que as palavras do Bom Pastor penetrem em seu coração, meditam nela e são por ela transformadas. Para a ovelha, a voz do Bom Pastor tem sentido, ela não é como um eco na multidão, é uma voz direcionada, pessoal e familiar.
A ovelha também conhece o Bom Pastor. O conhecimento é a chave da vida eterna. A árvore do conhecimento é a chave da vida eterna. A árvore do conhecimento do bem e do mal, como vimos, trouxe ao homem o conhecimento do pecado, mas a árvore da vida traz a nós o conhecimento de Deus. Como então, podemos conhecer a Deus, se Ele é Espírito(Jo. 4:23)?
Para conhecer é preciso antes relacionar. Isto ocorre através da leitura bíblica, da oração, do louvor e adoração. Este relacionamento é profundo e progressivo.
O conhecimento nos trará a revelação do caráter de Deus. Creio que é essencial conhecermos pelo menos estes quatro aspectos do caráter do Senhor, que nos é revelado na Bíblia através das experiências com Deus.
O primeiro aspecto - Deus Todo Poderoso, o El-Shaddai - o poder de Deus precisa ser real em nossas vidas, pois estas experiências produzirão fé no coração de cada um de nós. Sem experiências reais com milagres, bênçãos, providência divina em situações difíceis, a fé não poderá ser gerada, nem estimulada em nós.
O segundo aspecto - Deus Pai - o verdadeiro pai ama seu filho, deseja protegê-lo, abençoá-lo. E este Deus-Pai que traz confiança ao coração de quem se aproxima dEle, pois traz a certeza do Seu amor independente do quanto tenhamos errado ou desviado de seus caminhos no passado.
O terceiro aspecto - Deus Justo - quando conhecemos este aspecto aprendemos que não é preciso reivindicar nada, pois Ele é o que faz justiça por nós. À sua semelhança, mediante tal revelação, tornemo-nos justos e íntegros.
O quarto aspecto - Deus Amor - diz-nos que o amor é o único dom que permanecerá por toda a eternidade, pois o amor é a essência de Deus. Conhecer o amor de Deus é conhecer o Seu ser. Este imenso, tremendo, incompreensível e incomensurável amor, traz-nos o Seu perdão. Deus sempre será capaz de perdoar se de modo sincero nos arrependermos. Este amor que se revela no perdão é algo além da compreensão humana.
O amor de Deus por fim revela-se em Sua compreensão de nossas limitações, e daí advém a Sua aceitação e Seu perdão. Deus sonda os nossos corações e compreende o nosso querer. Ele jamais nos cobrará algo que não podemos oferecer. Este amor revelado no caráter de Deus nos traz segurança.
Quando deixamos de fazer parte da multidão e nos tornamos ovelhas, experimentamos a libertação, que nos possibilitará adentrar no passo seguinte da ação restauradora de Deus.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Conhecendo os seus propósitos - Apóstolo César Augusto
O homem insubordinado, tenta se assemelhar a Deus, acreditando que domina a própria vida, depois, acredita que domina outras vidas. Mas além de viver uma vida inconstante, não conhece o propósito da vida.
Talvez, a forma como vive, e tudo aquilo que pratica, venha justificar seus atos.
Quando somos pessoas que possuem um propósito, temos além de um bom funcionamento, a existência de princípios que são estabelecidos como prioridades em nossa vida.
Vivemos então uma vida com objetividade, visão, desempenho, onde queremos aproveitar todos os elementos possíveis para a realização dos nossos sonhos.
Você conhece quais são os seus propósitos?
E como estamos falando de princípios, ao analisarmos os nossos propósitos pessoais, será valido pensar se há dentro de nós alguns destes elementos que podem impedir o nosso crescimento. São eles:
-Ganância (Nunca está satisfeito com o que têm, quer sempre mais.)
-Arrogância (Acha que já sabe de tudo)
-Presunção (Acha que sabe fazer melhor do que as demais pessoas)
-Ira (Quando os seus intentos não dão certos ele se revolta, vive descontente)
-Inveja (Deseja a posição que o outro ocupa ou ter o que o outro possui, sente-se mal ao perceber o sucesso do outro)
Se desejarmos participar de uma Geração Produtiva, de uma Igreja que avança diante dos desafios existentes neste mundo, devemos sempre observar alguns destes itens e eliminá-los o mais rápido. Pois Deus tem bênçãos reservadas para sua vida.
Obedeça os princípios da Palavra de Deus.
Talvez, a forma como vive, e tudo aquilo que pratica, venha justificar seus atos.
Quando somos pessoas que possuem um propósito, temos além de um bom funcionamento, a existência de princípios que são estabelecidos como prioridades em nossa vida.
Vivemos então uma vida com objetividade, visão, desempenho, onde queremos aproveitar todos os elementos possíveis para a realização dos nossos sonhos.
Você conhece quais são os seus propósitos?
E como estamos falando de princípios, ao analisarmos os nossos propósitos pessoais, será valido pensar se há dentro de nós alguns destes elementos que podem impedir o nosso crescimento. São eles:
-Ganância (Nunca está satisfeito com o que têm, quer sempre mais.)
-Arrogância (Acha que já sabe de tudo)
-Presunção (Acha que sabe fazer melhor do que as demais pessoas)
-Ira (Quando os seus intentos não dão certos ele se revolta, vive descontente)
-Inveja (Deseja a posição que o outro ocupa ou ter o que o outro possui, sente-se mal ao perceber o sucesso do outro)
Se desejarmos participar de uma Geração Produtiva, de uma Igreja que avança diante dos desafios existentes neste mundo, devemos sempre observar alguns destes itens e eliminá-los o mais rápido. Pois Deus tem bênçãos reservadas para sua vida.
Obedeça os princípios da Palavra de Deus.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Resolvendo as pendências do passado - Apóstolo César Augusto
"Deus é minha grande fortaleza e força e Ele torna perfeito o meu caminho"( II Samuel 22:23)
Atualmente, estamos cercados por pessoas que vivem embaraçadas, enroladas que não conseguem ser livres.
São muitos os embaraçados que podem prender as pessoas e impossibilitá-las de caminhar livremente. Um deles são pendencias do passado que não foram resolvidas e a pessoa foi levada pela vida como se tudo ainda estivesse acontecendo.
As pendências do passado são, muitas vezes como um gancho que impede que caminhemos na velocidade que os desafios da vida exigem.
existem alguns fatores que contribuem para a produção das pendências que ficam como gancho impedindo-nos de sermos vencedores.
> Relacionamentos que, com o tempo, se desgastam e produzem uma frieza na comunicação e que levam as pessoas a serem diferentes. Isto faz com que se torne difícil reatar a valorização e o respeito mútuo. É fundamental que não fique nenhuma brecha para que aquele amigo que você talvez tanto goste, se torne um inimigo.
> Relacionamentos que foram desfeitos por agressões, não importa o nível em que essas feridas foram geradas, são como chagas que corroem dos dois lados e podem se tornar a porta do abismo emocional para as pessoas. Isto, em alguns casos, pode levar a consequências drásticas.
> Ações pecaminosas que não foram confessadas, que permanecem ocultas como diz a própria Bíblia: "quando me calei, não confessando meu pecado, os meus ossos se secaram" (Salmos 32:3)
Esta atitude, de não confessar e acertar com Deus e com a pessoa que foi ofendida com ações pecaminosas,será um gancho que prenderá a consciência e as emoções da pessoa.
Tudo isto poderá causar danos profundos. Quais serão estes danos? A pessoa, em função destas pendencias, ficará presa nos seus insucessos por intermédio da memória culpada. Gastará a maior parte de suas energias na luta contra este aprisionamento e sua atenção ficará dirigida para trás, não podendo então programar o futuro.
Atualmente, estamos cercados por pessoas que vivem embaraçadas, enroladas que não conseguem ser livres.
São muitos os embaraçados que podem prender as pessoas e impossibilitá-las de caminhar livremente. Um deles são pendencias do passado que não foram resolvidas e a pessoa foi levada pela vida como se tudo ainda estivesse acontecendo.
As pendências do passado são, muitas vezes como um gancho que impede que caminhemos na velocidade que os desafios da vida exigem.
existem alguns fatores que contribuem para a produção das pendências que ficam como gancho impedindo-nos de sermos vencedores.
> Relacionamentos que, com o tempo, se desgastam e produzem uma frieza na comunicação e que levam as pessoas a serem diferentes. Isto faz com que se torne difícil reatar a valorização e o respeito mútuo. É fundamental que não fique nenhuma brecha para que aquele amigo que você talvez tanto goste, se torne um inimigo.
> Relacionamentos que foram desfeitos por agressões, não importa o nível em que essas feridas foram geradas, são como chagas que corroem dos dois lados e podem se tornar a porta do abismo emocional para as pessoas. Isto, em alguns casos, pode levar a consequências drásticas.
> Ações pecaminosas que não foram confessadas, que permanecem ocultas como diz a própria Bíblia: "quando me calei, não confessando meu pecado, os meus ossos se secaram" (Salmos 32:3)
Esta atitude, de não confessar e acertar com Deus e com a pessoa que foi ofendida com ações pecaminosas,será um gancho que prenderá a consciência e as emoções da pessoa.
Tudo isto poderá causar danos profundos. Quais serão estes danos? A pessoa, em função destas pendencias, ficará presa nos seus insucessos por intermédio da memória culpada. Gastará a maior parte de suas energias na luta contra este aprisionamento e sua atenção ficará dirigida para trás, não podendo então programar o futuro.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Buscando o Reino de Deus - Apóstolo César Augusto
A Igreja não foi formada para ser um grupo social ou recreativo, ela tem uma missão bem clara e definida aqui na Terra: Proclamar as Verdades de Deus e o plano de salvação ao homem. (Marcos 16:15-16).
Se observarmos os padrões estabelecidos na Palavra, de tudo aquilo que Deus deseja de sua Igreja, além de ser próspera, feliz e abençoada, Ele espera que sua Igreja tenha algumas características bem definidas pela Palavra.
Baseadas em (Apocalipse 12:17 14:12). Ela deve em resumo possuir os seguintes aspectos:
> Ser plenamente centrada em Cristo e nas Escrituras Sagradas;
> Ser guiada pelo Espírito Santo;
> Ser fiel à palavra de Deus, dando o devido valor aos princípios doutrinários;
> Ser uma Igreja de adoradores que o adora em Espírito e em Verdade;
> Ser uma Igreja onde haja amor, compaixão e misericórdia para com todos, sem distinção;
> Ser uma Igreja forte, onde as amizades e valores são vivenciados de maneira natural por todos os seus membros;
Venha à Igreja Fonte da Vida e cumpra o propósito estabelecido junto conosco.
Deus te abençoe, Ap. César Augusto
Deus te abençoe, Ap. César Augusto
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Família - Vida Diária
O plano original de Deus para vencer Satanás foi dado a uma família. Deus disse em Gênesis 1:28:"Multiplicai-vos, enchei a terra...e sujeitai-a;(...) dominai sobre...todo animal que rasteja". Antes de dominar, Adão e Eva deveriam multiplicar-se, isto é, constituir uma família completa.
Conhecendo este plano de Deus, satanás lutou, desde o princípio, para destruir a família. Atacou Eva - e Adão não a protegeu; encheu também o coração de Caim de inveja, que acabou matando Abel, o seu próprio irmão. Tem sido assim, através dos séculos e das gerações, a obra do diabo: tentar destruir a "família de Deus".
Mas, Deus enviou Jesus para destruir a obras do diabo(1 Jo 3:8).
Assim, a primeira grande obra que é empreendida é a restauração da família. Todos os dias, casais se reconciliam através da atuação de Deus em nosso meio; filhos são abençoados pelos pais; e pais são salvos pelo testemunho dos seus filhos. Enfim, a proteção de Deus e as Suas bençãos encontram um primeiro lugar para serem liberadas: os nossos lares.
Como filhos de Deus, entramos em aliança com nosso Pai celeste e com os nossos irmãos em Cristo, formando a grande família de Deus - a Igreja - que é chamada para dominar e reinar com Cristo, vencendo os poderes das trevas em Cristo.
Conhecendo este plano de Deus, satanás lutou, desde o princípio, para destruir a família. Atacou Eva - e Adão não a protegeu; encheu também o coração de Caim de inveja, que acabou matando Abel, o seu próprio irmão. Tem sido assim, através dos séculos e das gerações, a obra do diabo: tentar destruir a "família de Deus".
Mas, Deus enviou Jesus para destruir a obras do diabo(1 Jo 3:8).
Assim, a primeira grande obra que é empreendida é a restauração da família. Todos os dias, casais se reconciliam através da atuação de Deus em nosso meio; filhos são abençoados pelos pais; e pais são salvos pelo testemunho dos seus filhos. Enfim, a proteção de Deus e as Suas bençãos encontram um primeiro lugar para serem liberadas: os nossos lares.
Como filhos de Deus, entramos em aliança com nosso Pai celeste e com os nossos irmãos em Cristo, formando a grande família de Deus - a Igreja - que é chamada para dominar e reinar com Cristo, vencendo os poderes das trevas em Cristo.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
A Boa semente e os seus frutos - Apóstolo César Augusto
Uma Igreja irá crescer segundo o modelo do coração de Deus se nela houver a permanente Presença. Não é dinheiro, nem pessoas famosas, pregadores brilhantes, o evangelho de modismos, estratégias vencedoras, nem método revolucionário, nem mesmo gente altamente preparada. Deus dera uma ordem a Moisés: "Me farão um santuário para que eu possa habitar no meio deles". Êxodo 25:8
Eis aí a palavra-chave: Deus habitando, a presença "tabernacular" - "E o verbo se fez carne, e habitou entre nós"João 1:14. É o Deus conosco, o Emanuel(Isaías 7:14)
Crescimento deve ser pregado pela Presença. A Igreja que cresce deve ser motivada pela Presença, deve ser dirigida pela Presença, deve receber a visão que a Presença de Deus proporciona.
A presença de Deus produz santificação plenamente. Não adianta você ministrar princípios de santificação sem a Presença. É a presença de Deus que convence a pessoa. Quando nos apropriamos dessa verdade, passamos a dar mais espaço para a presença de Deus. Porque, até aquele momento, nós pregávamos sobre santificação e vigiávamos os membros. Assim, enquanto as pessoas estavam debaixo do nosso cuidado policial, mantinham-se "Santas". Mas, sempre que podiam ficar livres da nossa vigilância, voltavam à prática das velhas obras da carne.
A Presença gera uma adoração genuína. Em outro livrete, denominado Ministério do Perfeito Louvor, apresento dez pontos fundamentais para que se alcance - como fruto da presença de Deus na vida pessoal e da Igreja - o alvo da perfeita adoração.
A presença de Deus provocou em nosso meio sinais, milagres e maravilhas. Deus é Deus de milagres. Deus de sinais. Ele é Deus de maravilhas.
A presença de Deus nos leva a visualizar os alvos que são estabelecidos por Ele, que são um desafio para nós. Quando a Presença se manisfesta, vemos, e cremos que podemos alcançá-los. O ser humano precisa de desafios, a Igreja precisa de desafios, fruto da visão proporcionada por Deus e não pelos homens.
Um importante fruto da presença de Deus é que ela nos leva a produzir um evangelismo profético.
Evangelismo profético acontece quando exercemos uma ousadia especial no modo de anunciar a Palavra do Senhor. Deus nos leva a sair das quatro paredes. Quando a presença de Deus está de uma maneira muito forte na Igreja, então há vida, há uma dinâmica que impulsiona a vida das pessoa para um testemunho eficaz. Vida é energia, dinamismo, e vida espiritual dinamizada pela presença de Deus é como um furacão, levando as pessoas como ímpeto em direção aos que ainda não foram tocados pela presença divina.
Eis aí a palavra-chave: Deus habitando, a presença "tabernacular" - "E o verbo se fez carne, e habitou entre nós"João 1:14. É o Deus conosco, o Emanuel(Isaías 7:14)
Crescimento deve ser pregado pela Presença. A Igreja que cresce deve ser motivada pela Presença, deve ser dirigida pela Presença, deve receber a visão que a Presença de Deus proporciona.
A presença de Deus produz santificação plenamente. Não adianta você ministrar princípios de santificação sem a Presença. É a presença de Deus que convence a pessoa. Quando nos apropriamos dessa verdade, passamos a dar mais espaço para a presença de Deus. Porque, até aquele momento, nós pregávamos sobre santificação e vigiávamos os membros. Assim, enquanto as pessoas estavam debaixo do nosso cuidado policial, mantinham-se "Santas". Mas, sempre que podiam ficar livres da nossa vigilância, voltavam à prática das velhas obras da carne.
A Presença gera uma adoração genuína. Em outro livrete, denominado Ministério do Perfeito Louvor, apresento dez pontos fundamentais para que se alcance - como fruto da presença de Deus na vida pessoal e da Igreja - o alvo da perfeita adoração.
A presença de Deus provocou em nosso meio sinais, milagres e maravilhas. Deus é Deus de milagres. Deus de sinais. Ele é Deus de maravilhas.
A presença de Deus nos leva a visualizar os alvos que são estabelecidos por Ele, que são um desafio para nós. Quando a Presença se manisfesta, vemos, e cremos que podemos alcançá-los. O ser humano precisa de desafios, a Igreja precisa de desafios, fruto da visão proporcionada por Deus e não pelos homens.
Um importante fruto da presença de Deus é que ela nos leva a produzir um evangelismo profético.
Evangelismo profético acontece quando exercemos uma ousadia especial no modo de anunciar a Palavra do Senhor. Deus nos leva a sair das quatro paredes. Quando a presença de Deus está de uma maneira muito forte na Igreja, então há vida, há uma dinâmica que impulsiona a vida das pessoa para um testemunho eficaz. Vida é energia, dinamismo, e vida espiritual dinamizada pela presença de Deus é como um furacão, levando as pessoas como ímpeto em direção aos que ainda não foram tocados pela presença divina.
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